Aos 34 anos, o ala Reggie Bullock realizou um projeto pouco comum entre atletas: comprou uma ilha em Belize, no Caribe, por € 9 milhões (cerca de R$ 55 milhões) e já iniciou a construção do Bullock Island, um resort de luxo com infraestrutura completa.
“Quando você ganha muito dinheiro, a questão é: o que fazer com isso? Eu queria construir uma riqueza que ficasse para várias gerações. Descobri as ilhas de Belize e era isso”, disse o jogador do Dallas Mavericks.
Com passagens por Lakers, Rockets e Clippers (franquia que o selecionou no Draft 2013), Bullock planejou o uso dos 20 mil m² do território: além do resort, ergueu uma mansão para a família, oito casas para funcionários e uma quadra de basquete. A ideia é convencer os parentes a deixarem os EUA e fixar residência no paraíso caribenho “em breve”.

Respeitado dentro e fora de quadra, Bullock recebeu, em 2021/22, o Prêmio Kareem Abdul-Jabbar de Campeão de Justiça Social, pela atuação na defesa da comunidade LGBTQIA+. O engajamento do ala ganhou força após tragédias familiares — duas irmãs foram vítimas de violência; em 2014, Mia Henderson, mulher transexual, foi assassinada.






