Policial penal e esposa advogada são encontrados mortos dentro de casa

Casal foi localizado com marcas de tiros no quarto da residência; Polícia Civil investiga circunstâncias das mortes.
Policial penal e esposa advogada são encontrados mortos dentro de casa
Rogério Naves r a esposa Sara Núbia foram encontrados mortos em casa (Foto: Reprodução)

Um policial penal e sua esposa foram encontrados mortos dentro da própria residência, em Goiânia, na madrugada de quarta-feira (25). As vítimas foram identificadas como Rogério Naves de Lima, de 49 anos, e a advogada Sara Núbia Siqueira Guedes Torres, de 39.

Segundo a Polícia Militar, os corpos estavam no quarto do imóvel, localizado no bairro Vila São João, ambos com ferimentos provocados por disparos de arma de fogo.

A Polícia Civil informou que a investigação está em fase inicial e é conduzida pela Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH), responsável por apurar a dinâmica e as circunstâncias das mortes.

Nas redes sociais, Sara Núbia costumava compartilhar registros ao lado do marido, frequentemente acompanhados de mensagens sobre família e relacionamento. Em uma das publicações, escreveu: “Família não é sorte. É ordem, responsabilidade e propósito”.

A Polícia Penal de Goiás divulgou nota de pesar lamentando a morte do servidor e prestando solidariedade a familiares e amigos. “Que Deus conceda conforto, força e fé para atravessar este momento de dor”, declarou a instituição.

Amigo do casal, o vereador Wenison Ramos, do município de Campestre de Goiás, afirmou que os dois estavam casados há cerca de dez anos e não tinham filhos em comum. Rogério possuía filhos de um relacionamento anterior.

Segundo o parlamentar, a amizade com o policial penal era antiga. “Convivi com o Rogério desde a minha infância. Para mim, é uma perda muito grande, pois tinha uma consideração enorme por ele”, disse.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre velório e sepultamento. A polícia aguarda a conclusão de perícias e laudos técnicos que deverão auxiliar no esclarecimento do caso.

Com informações de Rafaella Barros, g1 Goiás