A Polícia Civil investiga a morte de Lucas Brito, conhecido como “Tincha”, encontrado em uma residência na região central de Açailândia, na sexta-feira (23). No imóvel, policiais militares apreenderam uma quantidade de substância semelhante à maconha, três balanças de precisão e uma motocicleta.
As circunstâncias da morte, a autoria e a motivação ainda não foram esclarecidas. Segundo a Polícia Militar, o homem apresentava uma perfuração no crânio, aparentemente provocada por disparo de arma de fogo.
Motorista de aplicativo comunicou a ocorrência
O caso chegou ao conhecimento da polícia após uma denúncia ao Centro de Operações da Polícia Militar (Copom) do 26º Batalhão.
Um motorista de aplicativo relatou que havia sido chamado para uma corrida. Ao chegar ao endereço, a mulher que solicitou o serviço entrou na residência. Nesse momento, ele percebeu um homem deitado no sofá, aparentemente sem sinais vitais.
Uma equipe da Força Tática foi enviada ao local e confirmou a morte. Conforme as informações iniciais, a mulher já não estava no imóvel quando os policiais chegaram. Não há informações sobre eventual participação dela no crime.
Material apreendido será analisado
Durante as buscas, os militares encontraram a substância em uma caixa de papelão revestida com material que apresentava odor de café. Também foram recolhidas três balanças de precisão e uma motocicleta.
Relatos preliminares apontam que a apreensão ultrapassaria 80 quilos de drogas. Entretanto, a PM não divulgou o peso oficial, e a identificação da substância depende de análise pericial.
A presença do material no imóvel será apurada pela investigação. Até o momento, não foi esclarecida a relação entre a apreensão e a morte de Lucas Brito.
Investigação busca reconstituir o crime
A área foi isolada para os procedimentos legais, e a Polícia Civil foi acionada. A apuração deverá esclarecer como ocorreu o homicídio e identificar quem esteve na residência antes da chegada dos policiais.
Embora relatos indiquem que Lucas teria sido atingido enquanto estava sentado no sofá, essa dinâmica ainda precisa ser confirmada pelos levantamentos investigativos e periciais.






