Um funcionário terceirizado foi demitido após agredir uma colega com um capacete dentro de um condomínio no bairro de Itapuã, em Salvador, no sábado (8). A informação foi confirmada na terça-feira (11) pelo Grupo Solução & Cia, empresa responsável pelo quadro de trabalhadores do local.
Segundo o síndico, Ricardo Correia, a discussão começou quando o trabalhador, identificado como Diego Silva, tentou entrar de moto na contramão. A colega recusou abrir o portão e informou que registraria o episódio em ata. Câmeras de segurança, sem áudio, mostram o momento em que os dois discutem, o agressor atinge a vítima com o capacete, recolhe pertences, desfere um tapa e foge.
Situação policial
O suspeito se apresentou espontaneamente na 12ª DT de Itapuã na terça (11), ficou em silêncio no depoimento e foi liberado — não houve flagrante porque o comparecimento ocorreu três dias após o crime. Ele é investigado por lesão corporal dolosa.
Posição da empresa e condição da vítima
O Grupo Solução & Cia informou ter rescindido o contrato do agressor e diz ter adotado medidas trabalhistas e legais. A funcionária está afastada, com apoio psicológico e jurídico, e só retornará quando se sentir apta. De acordo com o síndico, não havia queixas anteriores contra o empregado. A vítima não se feriu gravemente.
O que se sabe até agora
- Data e local: sábado (8), condomínio em Itapuã, Salvador.
- Motivo inicial: tentativa de entrada pela contramão de moto.
- Dinâmica: discussão, golpe com capacete, tapa e fuga.
- Investigação: suspeito se apresentou na terça (11); responderá em liberdade por lesão corporal dolosa.
- Consequências trabalhistas: demissão imediata do agressor; acolhimento à vítima.
O inquérito segue em andamento na 12ª Delegacia Territorial de Itapuã.
📝 Nota de Redação — Não divulgação do vídeo
A redação optou por não divulgar o vídeo que mostra as agressões registradas em um condomínio de Salvador para preservar a integridade da vítima e evitar a exposição desnecessária de cenas de violência.
Embora o material tenha sido utilizado como fonte de verificação das informações apuradas, sua publicação não acrescentaria novos elementos de interesse público ao caso. A decisão segue critérios éticos de responsabilidade jornalística e respeito aos direitos das pessoas envolvidas, especialmente em situações que envolvem violência de gênero.






