O Maranhão encerrou 2025 com a menor taxa anual de desemprego desde o início da série histórica, em 2012. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estado registrou índice de 6,8%, consolidando um cenário de recuperação no mercado de trabalho e crescimento da ocupação formal.
O desempenho acompanha a tendência nacional. O Brasil também atingiu o menor nível de desocupação da pesquisa, com taxa anual de 5,6%. No total, 20 das 27 unidades da federação alcançaram seus melhores resultados históricos no período, indicando uma melhora generalizada no mercado de trabalho.
Avanço com desafios estruturais
Apesar do avanço nos indicadores, o Maranhão ainda enfrenta desafios estruturais. A renda média mensal no estado ficou em R$ 2.228, uma das mais baixas do país. Além disso, a informalidade atinge 58,7% da população ocupada, o que evidencia a necessidade de ampliar o acesso a empregos com carteira assinada e direitos trabalhistas garantidos.
Especialistas avaliam que, para transformar os números positivos em crescimento econômico sustentável, é fundamental investir em qualificação profissional, fortalecimento da indústria e incentivo à geração de vagas formais.
Perspectivas para o mercado de trabalho
A combinação entre queda no desemprego e aumento da ocupação formal sinaliza maior dinamismo econômico e amplia as perspectivas para trabalhadores e famílias maranhenses. O resultado histórico reforça a importância de políticas públicas voltadas à geração de renda e à inclusão produtiva.
Com a manutenção de investimentos e estratégias focadas no desenvolvimento regional, a expectativa é de que o estado avance não apenas na redução da desocupação, mas também na melhoria da renda e na diminuição das desigualdades sociais.






