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	<title>justiça federal Archives - Portal VB | O universo da informação</title>
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	<title>justiça federal Archives - Portal VB | O universo da informação</title>
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		<title>Justiça nega pedido do MPF e mantém obras de extensão da Litorânea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[VInicius Bogéa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 02:19:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Subcapa]]></category>
		<category><![CDATA[justiça federal]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[MPF liminar]]></category>
		<category><![CDATA[obras Litorânea São Luís]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Juíza não vê elementos para interromper intervenção; MPF aponta danos à “barreira do Olho d’Água” e excesso às autorizações.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">A Justiça Federal rejeitou o <strong>pedido de liminar</strong> do Ministério Público Federal (MPF) que pretendia <strong>suspender parte das obras de extensão da Avenida Litorânea</strong>, em São Luís, no trecho do <strong>Olho d’Água</strong> em direção a <strong>São José de Ribamar</strong>. Na decisão, o juízo entendeu que <strong>faltam, neste momento, elementos suficientes</strong> para determinar a interrupção imediata do projeto.</p>



<p class="">A ação civil pública sustenta que as intervenções <strong>alteraram a falésia natural</strong> conhecida como <strong>“barreira do Olho d’Água”</strong>, classificada como <strong>Área de Preservação Permanente (APP)</strong>, e que as obras <strong>teriam extrapolado</strong> as autorizações federais e o <strong>licenciamento ambiental</strong>. O MPF também citou a <strong>Portaria nº 8.601/2024</strong> da SPU, que veda mudanças nas características de bens de uso comum do povo. O Governo do Maranhão, por meio da <strong>Sinfra</strong>, é o responsável pela execução.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-o-que-segue-em-execucao">O que segue em execução</h3>



<p class="">O projeto prevê <strong>seis faixas de rolamento</strong>, <strong>ciclofaixa</strong>, <strong>calçadão</strong>, <strong>estacionamento</strong> e <strong>canteiro central</strong> ao longo de <strong>pouco mais de 5 km</strong>. Segundo o MPF, a obra tem <strong>financiamento federal superior a R$ 237 milhões</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-o-que-o-mpf-pediu-e-ainda-sera-analisado-no-merito">O que o MPF pediu (e ainda será analisado no mérito)</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li class=""><strong>Suspensão imediata</strong> das obras no trecho que atinge a falésia;</li>



<li class=""><strong>Bloqueio dos repasses federais</strong> e <strong>suspensão/anulação</strong> da autorização da União;</li>



<li class=""><strong>Compensações</strong>: PRAD para recuperar a área e <strong>indenizações por danos materiais e morais coletivos</strong>;</li>



<li class=""><strong>Multa diária de R$ 50 mil</strong> em caso de descumprimento.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-proximos-passos">Próximos passos</h3>



<p class="">A decisão <strong>não encerra</strong> a ação: o processo segue para análise <strong>de mérito</strong>, quando serão avaliadas provas técnicas e ambientais apresentadas pelas partes. <strong>Recursos</strong> podem ser interpostos. Até a última atualização, o <strong>Governo do Estado</strong> não se manifestou.</p>



<p class="has-text-align-right"><em>Com informações do site Direito e Ordem</em></p>
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		<item>
		<title>Proprietário é condenado por obras em área de preservação ambiental</title>
		<link>https://portalvb.com.br/proprietario-e-condenado-por-obras-irregulares-em-area-de-preservacao-ambiental/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=proprietario-e-condenado-por-obras-irregulares-em-area-de-preservacao-ambiental</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VInicius Bogéa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 19:46:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[justiça federal]]></category>
		<category><![CDATA[obras irregulares]]></category>
		<category><![CDATA[proprietário condenado]]></category>
		<category><![CDATA[terreno]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Intervenções sem autorização ambiental estavam relacionadas à construção de um empreendimento turístico.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">A <strong>Justiça Federal</strong> determinou que um <strong>proprietário de terreno na Praia do Meio</strong>, região do <strong>Araçagi</strong>, em <strong>São José de Ribamar (MA)</strong>, interrompa qualquer construção ou intervenção sem o devido licenciamento ambiental. A decisão veio após ação do Ministério Público Federal (MPF), que apontou a realização de obras irregulares na área, considerada de preservação ambiental permanente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que aconteceu?</strong></h3>



<p class="">Entre 2016 e 2017, o terreno passou por escavações e remoção de vegetação, alterando a estrutura da encosta e aumentando o risco de deslizamentos. Segundo o MPF, essas intervenções não tinham autorização ambiental e estavam relacionadas à tentativa de construção de um novo empreendimento turístico.</p>



<p class="">Além do impacto no solo e na vegetação, especialistas alertaram para riscos de erosão e desmoronamento caso a área não seja protegida. Apesar dos danos, foi constatado que o local iniciou um processo natural de recuperação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Decisão da Justiça</strong></h3>



<p class="">A sentença confirmou uma decisão liminar anterior, proibindo qualquer nova construção sem as devidas autorizações ambientais. A Justiça reforçou que a área faz parte de uma zona de preservação permanente, o que exige cuidados específicos para evitar degradação.</p>



<p class="">O proprietário ainda pode recorrer da decisão.</p>



<p class="has-text-align-right"><em>Com informações do MPF</em></p>
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		<item>
		<title>Justiça determina proteção e recuperação de manguezal em São Luís</title>
		<link>https://portalvb.com.br/justica-determina-protecao-e-recuperacao-de-manguezal-em-sao-luis/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=justica-determina-protecao-e-recuperacao-de-manguezal-em-sao-luis</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[VInicius Bogéa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2025 14:31:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[justiça federal]]></category>
		<category><![CDATA[manguezal]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Anil]]></category>
		<category><![CDATA[são luís]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A decisão atende a uma ação civil pública que apontou a ocupação irregular da área e a degradação do ecossistema local.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">A <strong>Justiça Federal</strong> determinou que a <strong>União e o município de São Luís</strong> adotem<strong> medidas concretas para proteger e recuperar uma Área de Preservação Permanente (APP)</strong> de <strong>manguezal </strong>às margens do <strong>Rio Anil</strong>, no bairro Ivar Saldanha/Vila Palmeira, próximo à ponte do Caratatiua. </p>



<p class="">A decisão atende a uma ação civil pública que apontou a ocupação irregular da área e a degradação do ecossistema local.</p>



<p class="">Com a sentença, qualquer nova ocupação clandestina deve ser impedida, e um projeto para regularizar as habitações já existentes deve ser apresentado em até 90 dias, garantindo a realocação para locais adequados. Além disso, um Projeto de Recuperação de Área Degradada (PRAD) precisa ser elaborado e implementado em até 180 dias.</p>



<p class="">A ocupação desordenada da região tem levado à supressão da vegetação e ao aterramento do manguezal, comprometendo a qualidade das águas do Rio Anil. Apesar de parte da área ser reconhecida como Zona Especial de Interesse Social (ZEIS), o que permite a regularização de ocupações antigas, novas construções irregulares continuam surgindo sem controle.</p>



<p class="">A decisão reforça a responsabilidade do poder público na fiscalização e ordenamento do solo urbano, destacando que a inércia administrativa afronta a Constituição Federal e o Código Florestal. A União e o município podem recorrer da sentença.</p>



<p class="has-text-align-right"><em>Com informações do MPF</em></p>
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		<item>
		<title>Justiça condena 17 empresas por extração mineral ilegal no MA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[VInicius Bogéa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2025 21:27:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Subcapa]]></category>
		<category><![CDATA[extração ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[justiça federal]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[minérios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Responsáveis devem, dentre outras penas, pagar indenizações de até R$ 1,2 milhão, além de recuperar as áreas degradadas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">O <strong>Ministério Público Federal (MPF) obteve sentenças condenatórias</strong> contra <strong>17 empresas</strong> e várias pessoas por extração mineral ilegal no Maranhão. </p>



<p class="">As condenações resultaram de oito ações civis públicas em diversas regiões do estado, incluindo São Luís e mais sete municípios: Cachoeira Grande, Chapadinha, Joselândia, Presidente Juscelino, Rosário, Vargem Grande e Vitória do Mearim.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Detalhes das sentenças</h3>



<p class="">Os envolvidos foram condenados a penas variadas, conforme a gravidade dos atos, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Pagamento de indenizações de até R$ 1,2 milhão</li>



<li class="">Perda de acesso a financiamento em estabelecimentos oficiais de crédito ou a incentivos e benefícios fiscais</li>



<li class="">Proibição de realizar atividades de extração mineral sem autorização</li>



<li class="">Suspensão do Cadastro Ambiental Rural (CAR) das propriedades</li>



<li class="">Obrigação de recuperar as áreas degradadas, com apresentação de um Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD)</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Casos específicos</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li class=""><strong>São Luís:</strong> Duas mineradoras e dois proprietários de terrenos foram condenados por extração ilegal de areia em áreas como Vila Maranhão e Pedrinhas, devendo elaborar e executar PRADs para recuperar as áreas afetadas.<br></li>



<li class=""><strong>Cachoeira Grande e Presidente Juscelino:</strong> Um réu foi condenado por danos ambientais no Rio Munim, devendo suspender as atividades minerárias e recuperar a área degradada com um PRAD aprovado pela ANM e Ibama.<br></li>



<li class=""><strong>Chapadinha:</strong> Uma empresa foi condenada por atuar fora dos limites autorizados, causando degradação em Pitombeira, e deve pagar indenização e recuperar a área.<br></li>



<li class=""><strong>Joselândia:</strong> Um indivíduo foi condenado por extração ilegal de areia no Rio Mearim, devendo elaborar um PRAD e pagar indenização por danos materiais.<br></li>



<li class=""><strong>Rosário:</strong> Três empresas e responsáveis foram condenados por extração ilegal de argila, devendo apresentar e executar um PRAD.<br></li>



<li class=""><strong>Vargem Grande:</strong> Uma empresa foi condenada por extração ilegal de areia no Rio Munim, devendo recompor a área desmatada com um PRAD e pagar indenização.<br></li>



<li class=""><strong>Vitória do Mearim:</strong> Uma empresa e dois representantes foram condenados por extração ilegal de argila, devendo recuperar a área com um PRAD e pagar indenização por danos materiais.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Ação do MPF</h3>



<p class="">O procurador da República, Alexandre Soares, destacou a importância da colaboração da população no combate à extração mineral ilegal, que pode ser denunciada presencialmente ou pelo site MPF Serviços. </p>



<p class="">Soares afirmou que a exploração ilegal causa prejuízos irreparáveis ao meio ambiente e que o MPF continuará atuando firmemente para conter esses danos.</p>
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		<item>
		<title>Justiça exige regularização de pousada por degradação ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[VInicius Bogéa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2025 01:47:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Subcapa]]></category>
		<category><![CDATA[barreirinhas]]></category>
		<category><![CDATA[degradação ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[justiça federal]]></category>
		<category><![CDATA[pousada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sentença exige que o empreendimento realize a recomposição e restauração florestal da área degradada. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">A <strong>Justiça Federal</strong> determinou a <strong>regularização da Pousada Chácara Boulevard, em Barreirinhas (MA)</strong>, após constatar construções irregulares às margens do Rio Preguiças, em Área de Preservação Permanente (APP) e na Zona de Amortecimento do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="">A decisão foi resultado de uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF).</p>
</blockquote>



<p class="">Segundo o MPF, as <strong>edificações violam o Código Florestal e a legislação ambienta</strong>l referente às Unidades de Conservação e suas zonas de amortecimento, resultando em degradação ambiental. </p>



<p class="">A 8ª Vara Federal Ambiental e Agrária do Maranhão determinou, em caráter liminar, que a pousada interrompa imediatamente qualquer atividade poluidora ou danosa ao meio ambiente, especialmente novas construções na área de preservação.</p>



<p class="">A sentença também exige que o empreendimento realize a recomposição e restauração florestal da área degradada, incluindo a demolição das construções irregulares. Além disso, a pousada deverá apresentar um Projeto de Recuperação de Área Degradada (Prad) ao órgão ambiental competente, elaborado por profissional habilitado, no prazo de 180 dias, com o cronograma das atividades de reparação.</p>



<p class="">O Prad deve ser aprovado pelo órgão ambiental competente em até 60 dias, e o MPF será notificado pela empresa sobre a submissão do projeto para fiscalizar sua execução dentro dos prazos estabelecidos.</p>
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