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	<title>medicamentos em supermercado Archives - Portal VB | O universo da informação</title>
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	<title>medicamentos em supermercado Archives - Portal VB | O universo da informação</title>
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		<title>Venda de remédios em supermercados enfrenta impasse no Senado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[VInicius Bogéa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 02:44:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos em supermercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escassez de profissionais farmacêuticos no Brasil é o principal entrave encontrado por senadores. </p>
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<p class="">O projeto de lei que autoriza a venda de medicamentos isentos de prescrição (MIPs) em supermercados enfrenta um entrave central: a escassez de profissionais farmacêuticos no Brasil. A avaliação foi feita nesta quarta-feira (11), durante audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, que discute o PL 2.158/2023, de autoria do senador Efraim Filho (União-PB).</p>



<p class="">O texto prevê que supermercados possam comercializar medicamentos sem prescrição médica, desde que contem com farmacêuticos presentes no local. O argumento central da proposta é ampliar o acesso e reduzir o custo desses produtos, seguindo modelos já adotados em países como Estados Unidos e nações europeias.</p>



<p class="">Mas a principal barreira apontada é a estrutura necessária para atender à legislação atual. De acordo com Cacito Augusto de Freitas Esteves, representante da Confederação Nacional do Comércio (CNC), o Brasil conta com cerca de 300 mil farmacêuticos habilitados, número considerado insuficiente para dar conta da demanda de 122 mil farmácias e drogarias em funcionamento no país — sem considerar a eventual inclusão dos supermercados nessa equação.</p>



<p class="">“Cada unidade precisaria de pelo menos dois profissionais para atender a uma jornada de 16 horas. Isso já representa praticamente a totalidade de farmacêuticos disponíveis hoje no Brasil”, destacou Esteves.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-acesso-ou-risco">Acesso ou risco?</h3>



<p class="">O projeto divide opiniões. Defensores, como a presidente da Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição (Acessa), Cibele Zanotta, afirmam que os MIPs são regulamentados rigorosamente pela Anvisa e têm papel relevante no autocuidado e na prevenção de doenças, contribuindo para a redução da pressão sobre o SUS.</p>



<p class="">“Não se pode colocar em xeque a segurança desses medicamentos, que são indicados apenas para condições leves e autolimitadas. Eles têm eficácia e histórico de uso seguro”, defendeu.</p>



<p class="">Já críticos do projeto apontam riscos sanitários, possibilidade de uso indiscriminado e impacto sobre farmácias de pequeno e médio porte. O economista e ex-diretor da Anvisa Ivo Bucaresky alertou que os MIPs não tratam causas das doenças e podem ser mal utilizados sem orientação adequada. Ele também projeta consequências no mercado: “As pequenas farmácias, que representam até 25% do setor, podem ser pressionadas a aumentar preços para manter a sobrevivência diante da perda de mercado”.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-modelo-hibrido">Modelo híbrido</h3>



<p class="">Para tentar viabilizar o projeto, o senador Efraim Filho apresentou uma sugestão de ajuste: permitir que farmácias funcionem dentro dos supermercados, respeitando todas as exigências legais — como identidade fiscal distinta, presença obrigatória de farmacêuticos, controle sanitário e rastreabilidade de produtos. A instalação dessas farmácias poderia ser feita diretamente pelos supermercados ou por meio de parcerias com redes já licenciadas.</p>



<p class="">Segundo o parlamentar, a proposta busca equilíbrio entre o aumento da concorrência e a segurança no uso de medicamentos. “Hoje o consumidor já compra pela internet, sem falar com o farmacêutico, e recebe em casa. Nos supermercados, com um profissional presente, haveria até mais segurança. O foco é garantir preço mais acessível para quem já gasta muito com remédio”, justificou.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-anvisa-e-cff-mantem-posicao-de-cautela">Anvisa e CFF mantêm posição de cautela</h3>



<p class="">A Anvisa afirmou que ainda não tem posição formada sobre o projeto. Segundo Daniel Meirelles Fernandes, da Quinta Diretoria da agência, qualquer deliberação depende de votação na diretoria colegiada. “A Anvisa contribui com sua visão sanitária, mas não se posiciona nem a favor, nem contra. A prioridade é não haver retrocessos nas normas de segurança sanitária”, afirmou.</p>



<p class="">Já o presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Walter da Silva Jorge João, foi enfático ao criticar a proposta. Para ele, transformar medicamentos em produtos de gôndola é ignorar os riscos históricos. “A CPI dos Medicamentos de 1998 mostrou que, quando isso foi tentado, o preço aumentou em 300%. Medicamento não é mercadoria comum, farmácia não é mercado. Essa discussão é antiga e continua ignorando o essencial: a proteção à saúde.”</p>



<p class="">O relatório do PL 2.158/2023 será elaborado pelo senador Humberto Costa (PT-PE), que ainda não apresentou parecer sobre a matéria.</p>



<p class="has-text-align-right"><em>Redação / Agência Senado</em></p>
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