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	<title>trabalho análogo à escravidão Archives - Portal VB | O universo da informação</title>
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	<title>trabalho análogo à escravidão Archives - Portal VB | O universo da informação</title>
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		<title>Fazendeiro e empreiteiro são condenados por trabalho análogo à escravidão em Peritoró</title>
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		<dc:creator><![CDATA[VInicius Bogéa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 20:28:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Estado]]></category>
		<category><![CDATA[fazendeiro e empreiteiro condenados]]></category>
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		<category><![CDATA[trabalho análogo à escravidão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com a denúncia, os trabalhadores eram mantidos em situação precária, sem alojamento e banheiro adequados</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">A Justiça Federal no Maranhão condenou o dono de uma fazenda em <strong>Peritoró (MA)</strong> e um empreiteiro responsável pelo aliciamento de trabalhadores por submeterem 12 pessoas a condições análogas à escravidão. O caso, registrado em março de 2014, foi investigado pelo <strong>Ministério Público Federal (MPF)</strong> a partir de relatório de fiscalização do <strong>Ministério do Trabalho e Emprego (MTE)</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-condicoes-degradantes">Condições degradantes</h2>



<p class="">De acordo com a denúncia, os trabalhadores eram mantidos em situação precária: não havia alojamentos adequados, banheiros ou equipamentos de proteção individual. A alimentação era insuficiente e a água consumida vinha de fontes não tratadas.</p>



<p class="">Além disso, foi constatada a prática de <strong>servidão por dívida</strong>. O empreiteiro, que atuava como “gato” — responsável por recrutar e transportar mão de obra —, também vendia insumos e alimentos aos trabalhadores. Os valores eram descontados dos salários de forma abusiva, gerando endividamento progressivo e impedindo que os empregados deixassem a propriedade.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-responsabilidade-dos-condenados">Responsabilidade dos condenados</h2>



<p class="">O fazendeiro, segundo o MPF, foi o beneficiário direto da exploração. Ele alegou em juízo ter cedido informalmente parte da área ao empreiteiro e desconhecer as condições de trabalho, mas a versão foi rejeitada pelas provas apresentadas.</p>



<p class="">Na sentença, o magistrado destacou que as irregularidades foram comprovadas por meio de <strong>provas técnicas, testemunhais e documentais</strong>, apontando que se tratava de “violação sistemática e estrutural de direitos fundamentais, com rebaixamento da pessoa humana à condição de objeto produtivo”.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-penas-aplicadas">Penas aplicadas</h2>



<p class="">O dono da fazenda foi condenado a <strong>9 anos e 10 meses de reclusão</strong>, em regime fechado, enquanto o empreiteiro recebeu pena de <strong>5 anos e 3 meses</strong>, em regime semiaberto. Ambos também deverão pagar multas.</p>



<p class="">A decisão permite que os condenados <strong>recorram em liberdade</strong>. No entanto, caso a sentença transite em julgado, as penas deverão ser cumpridas integralmente nos regimes estabelecidos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" id="h-contexto-do-combate-ao-trabalho-escravo">Contexto do combate ao trabalho escravo</h2>



<p class="">O Brasil mantém, desde 1995, políticas públicas voltadas para o enfrentamento ao trabalho análogo à escravidão. O Maranhão, em especial, é um dos estados que mais registram ocorrências desse tipo, em operações conjuntas entre MTE, MPF e Polícia Federal.</p>
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		<title>80 trabalhadores são libertados de condições degradantes no Maranhão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[VInicius Bogéa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 18:54:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Capa]]></category>
		<category><![CDATA[Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[operação resgata trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho análogo à escravidão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vítimas viviam em alojamentos precários, improvisados, expostas ao calor, à chuva e a insetos.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">Entre os dias 13 e 27 de agosto, uma operação conjunta de fiscalização libertou <strong>80 trabalhadores submetidos a condições análogas à escravidão</strong> nos municípios de <strong>Magalhães de Almeida</strong> e <strong>Barreirinhas</strong>, no Maranhão. A ação foi conduzida por Auditores-Fiscais do Trabalho, com apoio do <strong>Ministério Público do Trabalho (MPT)</strong>, da <strong>Defensoria Pública da União (DPU)</strong> e da <strong>Polícia Federal (PF)</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-palha-de-carnauba-miseria-e-abandono">Palha de carnaúba, miséria e abandono</h3>



<p class="">Em Magalhães de Almeida, 76 trabalhadores que atuavam na extração da palha de carnaúba foram encontrados em alojamentos precários, improvisados em casas de farinha desativadas, construções inacabadas e até quintais. Dormiam em redes presas a paredes de tijolos crus, varandas estreitas ou árvores, expostos ao calor, à chuva e a insetos.</p>



<p class="">A alimentação diária se resumia a arroz, feijão, farinha, rapadura e pequenos pedaços de carne, sem valor nutricional compatível com a atividade extenuante. A comida era preparada em fogareiros no chão e servida em bacias plásticas, consumida no próprio carnaubal, muitas vezes em pé ou encostados em cercas.</p>



<p class="">A água utilizada para beber e cozinhar era coletada em lagoas barrentas, também frequentadas por animais, e armazenada em recipientes reaproveitados de produtos químicos, sem qualquer filtragem. Banheiros não existiam — os trabalhadores recorriam ao mato e às mesmas lagoas usadas para banho, dividindo o espaço com gado e outros animais.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-pesca-em-alto-mar-sob-risco">Pesca em alto-mar sob risco</h3>



<p class="">Já em Barreirinhas, quatro pescadores foram resgatados antes de embarcarem em jornadas de até 15 dias em mar aberto, em condições igualmente insalubres.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-regularizacao-e-indenizacoes">Regularização e indenizações</h3>



<p class="">De acordo com a auditora-fiscal <strong>Gislene Stacholski</strong>, coordenadora da operação, os responsáveis foram notificados para regularizar os contratos, pagar verbas rescisórias e recolher FGTS e contribuições sociais. No total, foram pagos <strong>R$ 265 mil em indenizações</strong> aos trabalhadores resgatados.</p>



<p class="">A <strong>Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT)</strong> destacou que a cena encontrada em Magalhães de Almeida refletia um cotidiano de abandono, sem respeito à dignidade mínima dos trabalhadores.</p>



<h3 class="wp-block-heading" id="h-porto-de-barreirinhas">Porto de Barreirinhas</h3>



<p class="">No porto de Barreirinhas, quatro pescadores foram resgatados antes de iniciar uma viagem de até 15 dias em mar aberto. Os auditores verificaram que o alojamento no barco era um espaço reduzido e abafado, com apenas seis beliches de madeira estreitos, colchões rasgados e sem qualquer ventilação, localizado no mesmo compartimento onde funcionava o motor da embarcação.</p>



<p class="">Sem banheiro a bordo, os trabalhadores precisavam recorrer a baldes improvisados ou ao próprio mar para suas necessidades fisiológicas. O banho era restrito a água salgada, seguida por um enxágue improvisado com pequenas quantidades de água doce.</p>



<p class="">A alimentação também era limitada: arroz, feijão, macarrão e parte do peixe pescado, guardados de forma inadequada embaixo dos beliches, expostos ao calor e à umidade. Já a água doce para consumo e preparo dos alimentos era armazenada em tambores plásticos reutilizados, sem nenhuma garantia de potabilidade.</p>



<p class="">Segundo a <strong>Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT)</strong>, o quadro representava grave risco à saúde e à vida, pela ausência de condições mínimas de descanso, higiene, alimentação e dignidade. O órgão reforçou que tanto os pescadores quanto os trabalhadores da carnaúba foram <strong>recrutados, transportados, alojados e explorados em situação degradante</strong>, configurando o crime de <strong>tráfico de pessoas para fins de exploração laboral</strong> (art. 149-A, II, do Código Penal).</p>



<p class="">Para a SIT, as imagens colhidas durante a fiscalização expõem a <strong>“brutalidade de um modelo produtivo que nega dignidade, saúde e segurança a centenas de trabalhadores, mas abastece cadeias econômicas globais”</strong>.</p>



<p class="">As 80 pessoas resgatadas foram retiradas de um ciclo de miséria e exploração que caracteriza a <strong>escravidão contemporânea no Brasil</strong>. Elas terão direito a três parcelas do seguro-desemprego especial e foram encaminhadas para atendimento prioritário nos órgãos municipais e estaduais de assistência social.</p>



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