Condenado por matar policial militar no Pará é preso em Timon

O crime aconteceu em 2005, no município de Abel Figueiredo, durante uma abordagem.
Condenado por matar policial militar no Pará é preso em Timon
Epaminondas Sousa da Silva foi preso no Maranhão após mais de 20 anos foragido (Foto: Divulgação)

Epaminondas Sousa da Silva, de 46 anos, foi preso na tarde desta segunda-feira (27), em Timon, no leste do Maranhão. Ele havia sido condenado a 20 anos de reclusão, em regime fechado, por envolvimento na morte de um policial militar durante uma abordagem realizada no Pará.

A captura foi efetuada em uma ação conjunta da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Piauí (FICCO-PI) e da Polícia Militar do Maranhão. Contra Epaminondas havia um mandado de prisão decorrente da condenação pelo crime de latrocínio (roubo que resulta em morte).

Após ser localizado, o condenado foi conduzido à delegacia para o cumprimento dos procedimentos legais. Ele permanece sob custódia e à disposição do Poder Judiciário.

Policial foi morto durante abordagem

O crime aconteceu em 2005, no município de Abel Figueiredo, no Pará. Conforme as informações policiais, o militar abordava um veículo considerado suspeito quando foi atacado e morto.

Depois do homicídio, os envolvidos levaram a arma e a viatura do policial. O veículo oficial teria sido utilizado posteriormente durante um assalto contra uma agência dos Correios da cidade.

Epaminondas foi responsabilizado judicialmente pelo episódio e condenado a cumprir 20 anos de prisão em regime fechado. Os detalhes do processo e a data em que a sentença se tornou definitiva não foram informados pelas forças de segurança.

Preso alega inocência

Após a captura, Epaminondas negou envolvimento no latrocínio. Em declaração à imprensa, afirmou que sua prisão seria resultado de um engano e sustentou que teria sido sequestrado pelos responsáveis pela morte do policial.

A alegação apresentada pelo condenado não impede o cumprimento do mandado expedido pela Justiça. Após a prisão, ele foi encaminhado ao presídio, onde permanecerá à disposição do poder judiciário.