Quatro estudantes do Colégio Literato conquistaram o primeiro lugar na categoria “Missão Impossível – Hardware Competition” da FIRA RoboWorld Cup 2026, realizada no Canadá. O resultado colocou a equipe maranhense no topo de uma das provas da competição internacional de robótica.
O grupo é formado por Fábio Aurélio, Henry Marçal, João Victor Mendes e Mateus Maluf, sob orientação do professor André Luís. Representando o Brasil, os alunos enfrentaram equipes de diferentes países em desafios envolvendo programação, eletrônica, engenharia e raciocínio lógico.
Na prova vencedora, os participantes precisaram desenvolver e programar robôs capazes de executar tarefas complexas com autonomia, precisão e eficiência. Os projetos foram avaliados por critérios como desempenho técnico, estratégia e inovação.
Equipe conquistou três pódios
Além do título na competição de hardware, os estudantes alcançaram o segundo lugar na categoria “Missão Impossível Humanoide” e a terceira posição em “Inovação e Empreendedorismo”.
Segundo o Colégio Literato, nenhuma outra equipe brasileira conseguiu subir ao pódio nessa última modalidade. A soma dos resultados garantiu aos maranhenses a terceira colocação no ranking geral do Super Campeão da Missão Impossível.
O desempenho foi construído a partir da combinação de diferentes competências. Enquanto parte do grupo trabalhou na estrutura e nos componentes eletrônicos dos robôs, outros integrantes ficaram responsáveis pela programação e pela definição das estratégias utilizadas durante as provas.
Competição reúne tecnologia e resolução de problemas
A FIRA RoboWorld Cup reúne estudantes, pesquisadores e equipes de robótica de diferentes países. As disputas avaliam não apenas a capacidade de construir máquinas, mas também a aplicação prática do conhecimento para solucionar problemas em condições controladas.
Na modalidade Missão Impossível, os robôs precisam concluir percursos e cumprir tarefas definidas pela organização. Cada etapa exige adaptações no projeto, respostas rápidas a falhas e integração entre hardware e software.
A conquista amplia a presença do Maranhão em competições internacionais de ciência e tecnologia e evidencia a participação de estudantes da educação básica em áreas como engenharia, eletrônica e programação.






