Polícia investiga morte de jovem e retirada de arma da cena do disparo em Rosário

Vandilson Ribeiro, de 18 anos, foi atingido na cabeça supostamente de forma acidental dentro de uma residência.
Polícia investiga morte de jovem e retirada de arma da cena do disparo em Rosário
Polícia investiga a morte de Vandilson Ribeiro, de 18 anos, atingido por um tiro dentro de uma residência em Rosário (Foto: Divulgação)

A Polícia Civil investiga as circunstâncias da morte de Vandilson Ribeiro Muniz Filho, de 18 anos, atingido por um disparo de arma de fogo na noite dessa sexta-feira (28), dentro de uma residência no Centro de Rosário. Embora as informações iniciais apontem para um tiro acidental, a dinâmica do caso ainda será esclarecida.

Segundo a Polícia Militar, Vandilson estaria manuseando um revólver na companhia da namorada, uma adolescente de 15 anos, quando ocorreu o disparo. A versão preliminar indica que a jovem teria acionado a arma acidentalmente.

Uma guarnição que realizava rondas foi informada sobre a ocorrência e seguiu até a Travessa José Machado. Ao entrar no imóvel, os policiais encontraram o jovem sem sinais vitais e com uma lesão provocada por tiro na região da cabeça.

Arma teria sido retirada da residência

Após a chegada da equipe, familiares relataram que dois homens teriam entrado na casa e retirado a arma usada no episódio. A identidade dessas pessoas e a razão pela qual o revólver foi removido do local não foram informadas.

Durante as diligências, moradores indicaram aos policiais o ponto onde o objeto teria sido abandonado. A guarnição encontrou um revólver Taurus calibre 38, um estojo de munição deflagrada e outros três intactos.

O material foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil e deverá passar por perícia. O trabalho pericial poderá confirmar se o projétil que matou Vandilson partiu da arma apreendida, além de fornecer elementos sobre a posição do disparo e o manuseio do revólver.

Versões serão apuradas

O caso foi registrado inicialmente como homicídio culposo, quando não há intenção de matar. A classificação, entretanto, poderá ser mantida ou alterada conforme o avanço das investigações.

A Polícia Civil deverá ouvir a adolescente, familiares, testemunhas e as pessoas apontadas como responsáveis pela retirada da arma. Também será apurada a procedência do revólver, quem era seu proprietário e como os jovens tiveram acesso ao armamento.