Uma mulher foi conduzida à Polícia Civil nesta terça-feira (6), após ser flagrada atuando como terapeuta ocupacional sem formação e sem registro válido em uma clínica de Imperatriz. Segundo as autoridades, ela utilizava o número de registro profissional pertencente a outra pessoa, o que pode configurar crimes de exercício ilegal da profissão e falsidade ideológica.
A irregularidade foi identificada após denúncia encaminhada ao Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito). Durante a apuração, o órgão constatou que a mulher é a mesma investigada em um caso anterior na cidade de São Luís, onde teria evitado uma ação de fiscalização.
Na capital, a fiscalização encontrou indícios de uso de documentos falsificados, como diploma, carimbo profissional e número de registro. Com base nessas informações, o conselho manteve o acompanhamento do caso até localizar a suspeita novamente, desta vez em atividade irregular no interior do estado.
Em nota, o Crefito reforçou que todas as denúncias recebidas passam por análise técnica, com planejamento de ações, coleta de provas e encaminhamento às autoridades competentes, com o objetivo de proteger a sociedade e assegurar que as profissões da área da saúde sejam exercidas apenas por profissionais legalmente habilitados.
O conselho também orienta clínicas, consultórios e empregadores a verificarem previamente a situação dos profissionais antes da contratação, confirmando a autenticidade do registro e a regularidade junto ao órgão de classe.






