Suspeito de golpe milionário com falsas promessas de investimento é preso em São Luís

Investigação aponta que homem atraía vítimas pelas redes sociais com promessas de altos lucros no mercado financeiro.
Suspeito de golpe milionário com falsas promessas de investimento é preso em São Luís
Humberg Trajano de Abreu foi preso por suspeita de aplicar golpes no Maranhão e Piauí (Foto: Reprodução)

Um homem identificado como Humberg Trajano de Abreu foi preso na noite desta terça-feira (26), em São Luís, suspeito de comandar um esquema de estelionato baseado em falsas promessas de investimento financeiro. Segundo a polícia, ele utilizava as redes sociais para atrair vítimas interessadas em aplicações com supostos lucros elevados.

A prisão foi realizada após uma ação integrada entre forças de segurança do Maranhão e do Piauí. De acordo com as investigações, o suspeito se apresentava como especialista do mercado financeiro e divulgava conteúdos sobre investimentos para transmitir credibilidade e conquistar novos clientes.

A apuração começou após uma denúncia registrada em novembro de 2025. A partir disso, a Polícia Civil do Piauí instaurou um inquérito que resultou no indiciamento de Humberg e na expedição de um mandado de prisão preventiva autorizado pelo Tribunal de Justiça do Piauí.

Segundo o delegado Sérgio Alencar, da 1ª Delegacia Seccional de Teresina, as vítimas transferiam valores acreditando que o dinheiro seria aplicado no mercado financeiro. No entanto, conforme a investigação, não existia qualquer operação real de investimento.

Ainda conforme a polícia, os recursos recebidos eram apropriados pelo investigado, gerando prejuízos financeiros às vítimas nos dois estados.

A localização do suspeito ocorreu após troca de informações entre equipes de inteligência. Agentes da Força Estadual Integrada de Segurança Pública do Maranhão (FEISP) identificaram o veículo utilizado por Humberg e realizaram a abordagem em São Luís.

Após a prisão, ele foi encaminhado para os procedimentos legais e segue à disposição da Justiça. A defesa do investigado não foi localizada até a publicação desta matéria.